segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O sonho que você tem...



Você tem tentado esconder. Não está mais com paciência. Está decididamente louca para transar. Eu sei, você colocou na sua cabeça que não será com qualquer um, mas existe alguém em que sempre tem pensado. Ele trabalha com você e isso te preocupa. Ele passa todos os dias pela sua mesa com aquele perfume e você precisa se concentrar no monitor para não viajar (bastante) pelos pensamentos sujos que anda tendo com aquele cara tatuado.
Faz 3 meses que seu namoro terminou e você ainda não conseguiu sentir-se íntima de outra pessoa ao ponto de permitir que ela deite sobre você. Tem se masturbado bastante, tem deixado sua mente viajar e, principalmente, tem deixado seus dedos constantemente molhados.
Você gravou um vídeo no celular. Filmou-se em diversos ângulos enquanto batia uma. Eu sei que aqueles vídeos fizeram bem pro seu ego, mas agora eu quero que você esqueça eles. Porque você vai transar com o cara do seu trabalho. Ele vai te convidar pra sair e você vai ser comida por ele. Nesse momento você está pouco para romance, muito para a pegada daquele braço cheio de tatuagens, veias e cicatrizes.
Aquele é o braço no qual você mais tem pensado. Dia desses também esteve observando a mão dele. Imaginou como ficaria o dedo dele depois que você engolisse, simulando uma chupada no pau.
Tranque a porta de onde está.
Você tem se imaginado ajoelhada. Então ajoelha agora, isso é uma ordem.
Agora imagine como deve ser o beijo do cara. Imagine a cara safada que ele pode fazer depois de deslizar a língua dentro da sua boca. Sei que você curte beijo. Curte MUITO um bom beijo. Nós homens também. Beijar uma boca bem macia é um pré-sexo. Se por ali tudo se encaixa, a sensação é que todo o resto também acontecerá com muita química.
Você está de pijama, né? Se não está, coloque ele agora. Sei que o pijama deixa as coisas bem fáceis quando se trata de tocar seu clitóris. E é isso que você fará daqui para frente: vai tocar cada centímetro lá debaixo, vai se deixar molhar, vai se entregar às minhas palavras safadas.
Se estiver usando um notebook, melhor ainda, porque ajoelhada e lendo esse conto é hora de imaginar que ele, sim, o tatuado do seu trabalho, está de calça jeans na sua frente, que sua boca está na altura do quadril dele. Naquele momento em que os dois sabem o que vai acontecer. Isso:
Que saudade que você estava de ter seu cabelo puxado assim, né? Por um homem que sabe o que faz e como faz e não por esses meninos apressados e sem pegada.
Você gosta de ouvir palavrões enquanto chupa um pau bem duro? Muito cedo para deixar o cara do trabalho falar algumas coisas, certo?
Errado? Ah, é!? Quer ser xingada enquanto tá ajoelhada fazendo um boquete? Tenho alguns aqui pra você:
- Chupa, minha gostosa safada.
- Isso. Bate assim pra mim, agora engol… iiiissooooo, minha putinha. Desse jeito. Que safada, como chupa bem.
É isso o que você mais quer ouvir depois desses meses todos, né?
Como safada que você é, sei que não se contenta apenas em chupar o pau dele. Você sim, deixaria ele ‘comer a sua boca’, puxar o seu cabelo, esfregar o pau duro igual pedra na sua cara. Mas ele está quase gozando e o jogo não termina agora.
O próximo passo é esse:
Se abrir para ele. Deixar que aquele rosto com certa barba descubra tudo o que seu quadril tem para oferecer. Enquanto ele está tirando a sua calcinha você quer fazer uma graça. Começa a rebolar muito, deixando o tatuado completamente louco e te falando as maiores putarias.
- Isso, rebola assim pra eu chupar você, minha linda. Continua rebolando pra me matar. Quer sentar na minha cara e rebolar? Faz isso. Senta na minha cara.
Você simplesmente se perde de tesão com as ordens que ele te dá.
- Quem é esse homem que me dá ordens e eu obedeço todas parecendo uma putinha? A putinha escrava dele. – você se pergunta
Rebolar naquela língua tem te deixado de um modo que você não imaginava ficar. Parece que o tatuado sabe como direcionar cada palavra, cada toque com uma experiência incrível. Ele soube te xingar na hora certa, puxar seu cabelo com a força certa e agora, sentada na cara dele, você se sente dominando e sendo dominada ao mesmo tempo. Porque sabe que fará o que ele mandar. Na hora em que ele mandar.
Enquanto você se masturba com esse conto, não pense que o escritor fica imune. Tem sido difícil continuar a digitar imaginando você sentada na cara do tatuado. Rebolando e deixando o rosto dele molhado, babado, gozado.
A destreza com a qual ele chupa seu clitóris é algo que você merece sentir. Suas obrigações estão todas em dia. Tem o direito de ser chamada de puta. Tem o direito de rebolar na cara de um homem que não tem medinho de te dar prazer. Que chupa sua buceta com o mesmo tesão com que abre a sua bunda e passa a língua no seu cu te chamando de vadia gostosa.
- Deita no chão – ele ordena.
Continue ajoelhada. Ninguém deixou você ler esse conto de outra maneira que não seja ajoelhada.
E com você deitada no chão, olhando o tamanho do pau e a cara de bravo que ele carrega, você abre as pernas de um jeito que, com certeza, vão bastar 4/5 minutos de metidas bem fortes pra você gozar naquele pau. Enquanto ele se prepara, a imagem é mais ou menos assim:
Não pense que alguém com a experiência do tatuado iria se afobar agora. Ele segue o instinto masculino de ser, de certa forma, bruto, rude, macho mesmo. E você, entregue àquilo, se abre e se molha enquanto ele esfrega o pau no seu clitóris:
Loucura demais essa imagem, né? Gozadores gozarão hahah. Mas é assim que o tesão funciona. Quanto mais próximo do limite, quanto mais provocação, maior é o gozo. E ele não tem pressa em te torturar. Você já tenta pegar no pau dele e encaixar na entrada na buceta, mas a única coisa que ganha é a mão dele te dando um tapa e dizendo:
- Tira a mão, sua putinha. Eu faço o que eu quero e você vai gozar com meu pau bem duro lá no fundo dessa bucetinha molhada. – E, depois de dizer isso, ele enfia dois dedos na sua boca, como querendo lubrificar os dois. Você chupa os dedos como se realmente fossem o pau dele. Não tira o olho do olho dele. Afinal, fazia tempo que você estava querendo ser tratada como uma verdadeira vadia.
Ele deixa de esfregar o pau na sua buceta e com os dedos molhados faz uma espécie de engate em você. O dedo indicador entra na sua buceta, o dedo médio desliza fácil pelo seu rabinho, enquanto o dedão esfrega seu clitóris naquela pressão perfeita. Nem forte demais, nem fraco demais. Nem muito rápido, nem muito devagar.
A tortura do tatuado não tem fim. Se fosse outro cara qualquer, você certamente não deixaria que enfiasse um dedo no seu cu, mas pra ele você não consegue impor limites. É a tortura mais gostosa da sua vida e você foi além do que imaginava que poderia ir. Você pede:
- Isso, enfia o dedo no meu cuzinho, abre minha bunda, abre sua puta; me xinga, porra. Me xinga, seu filho da puta. Me arromba, me xinga; faz o que quiser, mas me fodeeee. Me fodeeeeee.
Assim, tirando os dedos dentro de você e segurando seu pescoço, ele começa a meter o pau dentro de você e dá continuidade à melhor noite da sua vida.
Eu tinha dito que bastariam 5 minutos de metidas para você gozar. Não mais. Com a pegada dele, as provocações e um pau grande e grosso daquele jeito, 2 minutos já são pedir demais.
E ele soca uma vez. Soca duas. Soca três. Na quarta você entrega tudo o que faltava entregar e pede mais forte na buceta. Pede pra apanhar, porque naquela noite você é a mais puta de todas, pede pra ser xingada e ainda sobra tempo pra provocar o tatuado:
- Soca forte. Isso. Bem fundo. E me xinga; xinga de puta, de sua puta, de vadia. Me arromba e bate na minha cara. Isso, bate. Você também vai bater na minha cara quando tiver comendo o meu cu, vai? – Ele acelera a metida depois de um tapa que te deu o maior tesão do mundo.
- Você vai dar o cuzinho pra mim, vai, vadia? – E sua buceta inchada, melada e arrombada se entrega àquela voz de tom grave e ameaçador.
Você goza. Você que é putinha safada, que gosta de pau duro no fundo da buceta, goza gritando. Goza desacreditando. Seu quadril tremeu por tantos segundos que depois não foi difícil de convencer o tatuado que aquela foi a melhor gozada da sua vida.
Você está sem forças; sua buceta está com a sensibilidade altíssima. Nada pode encostar nela nesse momento. Ele diz que vai segurar o gozo para a sua bunda. Você responde apenas com um ‘tá.’ E fecha os olhos, curte aquela sensação. Pensa no momento que acabou de viver. Adorou ser submissa a ele, mas é hora de por os pingos nos i’s. Amanhã vocês têm que trabalhar. Se é que será possível você ver ele passando pela sua mesa e não correr para o banheiro enfiar o dedo

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